Numa das minhas primeiras aulas na faculdade, numa cadeira sobre modernidade, a professora mostrou este filme de Ruttmann à turma, depois perguntou-nos como nos sentíamos, se nos sentíamos chocados. Na sequência disto, uma rapariga prontamente demonstrou a sua desaprovação pelo objecto. «Isto não tem nada!», gritava ela, em misteriosa exaltação.